01

Introdução

Sobre

Um app de produtividade adaptativa que reorganiza a rotina a partir do estado emocional identificado num check‑in rápido — em vez de partir de uma lista fixa de tarefas.

"Você não precisa estar 100% para começar. O Mindflow adapta sua rotina ao que você consegue agora."
5 integrantes·São Paulo, SP· Semestre 2026/2·Atualizado em 25 set 2026
4 de 10 entregas concluídas · 2 em consolidação

Tema & problema

Ferramentas de produtividade tradicionais — Notion, Todoist, ClickUp — assumem capacidade cognitiva constante e organizam o que precisa ser feito. O Mindflow parte de outro lugar: organiza o que é possível fazer agora, considerando o nível real de capacidade de execução do usuário naquele momento.

Essa capacidade varia por causas estruturais (TDAH, TEA), situacionais (burnout, luto, sobrecarga pontual) ou combinadas — e nenhuma ferramenta de produtividade hoje trata essa variação como variável de primeira classe do sistema, e sim como ruído a ser ignorado.

O que o Mindflow não é

Não é ferramenta de saúde mental (sem diagnóstico ou terapia), não substitui Psicologia/Psiquiatria e não substitui gestores de projeto — pode integrar‑se a eles (Notion, Jira, ClickUp, Trello, Asana, Monday).

Justificativa

Duas evidências sustentam o projeto. A primeira é empírica: na pesquisa própria com 41 respondentes, 92,7% relatam algum grau de dificuldade de foco, atenção ou organização na rotina — o problema não é de nicho, é amplamente compartilhado dentro do público-alvo (ver Pesquisa de usuário).

A segunda é de mercado: numa análise comparativa com 8 produtos e referências (Notion, Todoist, ClickUp, Forest, Habitunes, Duolingo, Headspace, How We Feel), nenhum combina simultaneamente organizar tarefas, ler o estado emocional do usuário e adaptar a execução a esse estado. É um espaço de mercado desocupado, não uma hipótese não testada.

Objetivos

Objetivo geral — projetar a experiência de um aplicativo de produtividade adaptativa que reorganiza a rotina do usuário com base em seu estado emocional, demonstrando que informações emocionais podem personalizar a experiência de produtividade de forma flexível, compreensível e sustentável.

Meta SMART — desenvolver, até o fim do semestre 2026/2, o projeto completo de UX/UI do Mindflow (pesquisa, arquitetura da informação, fluxos, wireframes, protótipo navegável de alta fidelidade e identidade visual), validado com testes de usabilidade com no mínimo 5 participantes do público-alvo.

Objetivos específicos — pesquisar o público-alvo e validar hipóteses; mapear personas e jornadas; fundamentar teoricamente o modelo de check-in emocional; definir arquitetura de informação e funcionalidades centrais; formalizar identidade visual; prototipar a experiência; testar com usuários reais.

Público-alvo

Jovens adultos de 18–30 anos, universitários ou em início/consolidação de carreira, em áreas de conhecimento, criatividade e tecnologia. O critério central de inclusão não é um diagnóstico — é a variação significativa da capacidade de execução ao longo do tempo.

Estrutural — condição crônica (TDAH, TEA) Situacional — fator pontual (burnout, luto, sobrecarga) Combinada — as duas ao mesmo tempo

Pessoas diferentes chegam ao mesmo estado de baixa capacidade por motivos distintos — e compartilham a mesma necessidade de apoio para executar. As 9 personas detalhadas que traduzem esse público estão em Desenvolvimento → UX.

Contexto & equipe

Trabalho de Conclusão de Curso — Design Digital, Universidade Anhembi Morumbi (Ecossistema Ânima), semestre 2026/2, São Paulo/SP.

Gabriel Braga da Silva

RA 12523140546

Lívia Custódio

RA 12523138753
[email protected]
(11) 93936‑0778

Maria Eduarda de Carvalho Campos

RA 12523120297

Rebecka Alves Pinheiro Torres

RA 125221109955

Walter Saldanha Nogueira

RA 12523131180
[email protected]
11 99019‑2211

Metodologia

Abordagem de métodos mistos: questionário quantitativo (41 respondentes, 13 perguntas fechadas) combinado a uma camada qualitativa extraída de respostas abertas do mesmo instrumento, mais análise documental comparativa de concorrentes. A partir disso, a equipe derivou personas, jornadas de usuário e um modelo de interação fundamentado em psicologia cognitiva — detalhado ponta a ponta em Desenvolvimento.

Limitação metodológica assumida: não houve entrevistas qualitativas estruturadas — a camada qualitativa deriva de respostas abertas espontâneas do questionário, não de um roteiro dedicado.

Cronograma

Painel vivo, atualizado conforme o semestre avança. As dez entregas seguem o cronograma do briefing, na ordem em que acontecem.

01
Briefing criativo
Conceito, posicionamento, marca e funcionalidades centrais definidos.
Concluído
02
Pesquisa de público
41 respondentes + benchmarking com 8 referências de mercado.
Concluído
03
Personas detalhadas
9 personas cobrindo as camadas estrutural, situacional e combinada.
Concluído
04
Jornadas & fluxo de usuário
4 de 9 personas com jornada completa + fluxograma ponta a ponta.
Concluído
05
Fundamentação teórica
Modelo de check-in fechado em Russell (Circumplex Model) — Plutchik descartado e documentado como decisão metodológica.
Concluído
06
Identidade visual
Conceito, símbolo (a flor), logo, paleta, tipografia e regras de uso definidos no brandbook; aplicação às telas do app pendente.
Em consolidação
07
Wireframes
Baixa e média fidelidade — check-in prototipado direto em alta fidelidade; demais telas pendentes.
Em consolidação
08
Protótipo navegável
Fluxo de check-in publicado e navegável; restante do fluxo pendente.
Em consolidação
09
Testes de usabilidade
Mínimo de 5 participantes + relatório de achados.
Pendente
10
Apresentação — banca final
Defesa oral (A3).
Pendente
Como funciona a avaliação (Normativo Ânima — TCC1)

Três etapas: A1 — Banca de Qualificação (30 pts), A2 — nota do orientador (30 pts) e A3 — Banca Final (40 pts, defesa oral). Aprovação exige no mínimo 70/100 pontos e 75% de frequência nas orientações.